Leituras de Abril: narrativas impactantes

 Em Abril, temos narrativas diversas e muitos diferentes entre elas. Dois livros asiáticos para a minha lista anual (quero ler pelo menos doze e já li 5) muito diferentes entre eles, um dos autores que mais gostei de conhecer esse ano (Jom Fosse) e uma narrativa que nos remete a linguagem oral bem brasileira que é uma grande causo gostoso.


MELHOR LIVRO:

Foi difícil chegar ao melhor livro que li no mês, mas certamente Brancura ganhou porque estou com Jon Fosse na minha lista daqueles autores que graças ao Nobel eu pude conhecer. É um livro pequeno, angustiante, sobre um homem que fica sem carro (quebrado na neve) e vai procurar socorro dentro de uma floresta branca. É aquela coisa, fluxo de pensamento angustiante e algo de bem fantasmagórico e metafórico que está dentro da gente.

O QUE MAIS IMPACTOU:

Sobre os Ossos dos Mortos, eu escolhi pelo título e também porque eu não conhecia nada dessa também ganhadora do Nobel (obrigada mais uma vez Nobel). Ganhei uma narrativa da senhora Dushenko, uma pessoa obsessiva que quer ordenar o mundo e tem um imenso amor aos animais. Ela vive num local ermo na Polônia e começa a acontecer alguns crimes nessa vila que impacta a ela e esses animais. Claro que ia me impactar também. Um belo estudo de personagem.

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